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Protocolo de indução à lactação

Fazendas de todo o país sofrem impactos produtivos devido ao descarte de vacas leiteiras. De acordo com a médica-veterinária Bruna Guerreiro, especialista técnica em Reprodução Animal da Ourofino Saúde Animal, estudos em diversos países mostram que quase 30% do descarte involuntário nas propriedades ocorrem devido a falhas reprodutivas. Para minimizar os prejuízos, a indução à lactação pode ser adotada como uma ferramenta de manejo. O tema será abordado na live que acontece no próximo dia 27, às 19h (horário de Brasília), na página da empresa no Facebook.

Bruna explica que para ter sucesso na indução à lactação é importante atentar-se a alguns critérios para a seleção dos animais que estão aptos ao procedimento. “Vacas sadias, não gestantes e secas há 40 dias podem passar pelo protocolo, que dura 21 dias. O período é indicado para respeitar o tempo de 60 dias de descanso da última lactação”, orienta.

No portfólio da Ourofino, produtos como o Sincrodiol, Sincrocio, Sincrogest Injetável e o Cortiflan fazem parte do protocolo de indução à lactação com estudos comprovados e publicados sobre a eficiência a campo.

Durante a palestra, os espectadores podem interagir, enviar perguntas com as dúvidas pela rede social, onde a companhia realiza mensalmente as lives com o objetivo de levar informações técnicas para toda a cadeia de animais de produção.

Os interessados encontram mais informações sobre o assunto no site da empresa ou ainda no aplicativo gratuito Ourofino, compatível com os sistemas iOS e Android.

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