Agricultura Direto da Redação

Bolsa Brasileira de Mercadorias torna-se membro do Acordo Universal de Padronização do Algodão

A partir deste ano, o nome da Bolsa Brasileira de Mercadorias será levado para laboratórios em diferentes cantos do mundo nas caixas de Classificação do Algodão do USDA – sigla em inglês para Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. O nome da BBM constará nas caixas em substituição ao da BM&F BOVESPA (antecessora da B3 – Brasil – Bolsa – Balcão).

Este foi um pleito da Bolsa Brasileira de Mercadorias junto ao USDA e teve o apoio da B3 e CICCA – Committee for International Co-operation Between Cotton Associations-, que oficializou junto ao USDA um comunicado de transferência de suas atividades relacionadas à comercialização de commodities agrícolas no mercado físico, inclusive do algodão em pluma, para a Bolsa Brasileira de Mercadorias.

Como membro do Acordo Universal de Padronização do Algodão, o nome da Bolsa Brasileira de Mercadorias será listado juntamente com os outros signatários no rótulo das caixas Padrões Universais de Algodão, uma referência mundial na cadeia algodoeira. “Nossa presença é fundamental para dar aos players nacionais a segurança de um representante brasileiro e isento,na formação das caixas padrão USDA”, enfatiza o presidente da Junta dos Corretores de Algodão da Bolsa, Rodrigo Santiago.

Talvez único no mundo, o SINAP – Sistema de Informações de Negócios com Algodão em Pluma da BBM, é a ferramenta mais importante na geração de relatórios estatísticos sobre a comercialização do algodão que consolida as informações de negócios realizados por corretoras oferecendo aos agentes da cadeia produtiva melhores condições no planejamento e na comercialização. Para o diretor-geral da Bolsa, Cesar Costa, a inserção do nome da BBM na caixa padrão do algodão é o reconhecimento pela importante contribuição e experiência das corretoras na comercialização do algodão no Brasil e para o mundo.

O presidente do Conselho de Administração da Bolsa Brasileira de Mercadorias, João Paulo Lefèvre, apoiado pela Junta de Corretores de Algodão, B3 e CICCA, esteve à frente das negociações junto ao USDA. “Faz todo sentido a Bolsa Brasileira ser signatária neste acordo, uma vez que somos a entidade reguladora do mercado algodoeiro no Brasil e isso só complementa nosso papel no cenário mundial”, destaca Lefèvre.

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